É a escola a única instância educadora na sociedade contemporânea? É legítimo impor a toda a sociedade um único modelo educacional? Em pleno século XXI, é impossível pensar alternativas sérias ao modelo escolar? O que estão fazendo aqueles que tiveram a coragem de educar seus filhos fora da escola? Como pensar e implementar um processo sustentável de educação fora da escola?

Estas e muitas outras perguntas tem neste blog um espaço para construir respostas. Educar os filhos na sociedade do conhecimento é um desafio que supera de longe o modelo escolar...é urgente dedicar-nos coletivamente a consolidar essas alternativas.

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Homeschooling: senso comum, bom senso e senso científico



  
Muitos pais e mães que optaram por educar seus filhos fora das escolas tem medo de falar sobre isso. Sabem que vão ser atacados imediatamente por quem está a (não) os escutar.  Muitas crianças  unshoolers ou homeschoolers, preferem não dizer nada quando lhes perguntam: onde você estuda. Sabem que podem ser alvo de preconceitos, críticas, de mais perguntas e chegam até a ouvir insultos contra seus pais e coisas fortes como “eles deveriam ser presos”.  É difícil ser de fato escutado. As perguntas que as pessoas fazem, em geral, não podem ser respondidas com uma frase simples, como “eu estudo no colégio tal ou,  o filho estuda na escola tal”. Não. Em geral, é necessário explicar muitas coisas. E quase nunca as pessoas estão dispostas a escutar o que tem para ouvir dessa experiência diferente. Então, é normal ter que ouvir...conselhos, advertências, ameaças e até insultos.

Mas, depois de ter escutado muitas pessoas dando conselhos, advertindo, ameaçando e insultando...depois de muito ler notícias sobre o tema, artigos e de visitar blogs do mundo todo, fui percebendo que  o que as pessoas tem a dizer sobre homeschooling, ou unschooling, em geral, se repete bastante, os argumentos são sempre os mesmos e existem poucas diferenças entre uma pessoa e outra. Mesmo quando se trata de pessoas com “autoridade pública”, ou “autoridade científica”,  em geral, falam desde o senso comum. Alguns conseguem chegar ao bom senso e, nem mesmo os cientistas falam desde o que seria um senso científico sobre o tema.



As falas do senso comum sobre homeschooling



Os que falam desde o SENSO COMUM, que são a maioria, fazem julgamentos absolutos sobre o que é o Homeschooling.  Não tem a menor dúvida quanto ao que dizem. Desde sua segurança total, se permitem desqualificar decididamente essa prática educacional. “É um erro”. “É um absurdo”.  Para eles, por princípio, só a escola  tem o poder, a capacidade, a condição, de educar crianças. E por princípio, toda e qualquer família que não leve seus filhos para uma instituição escolar, está errada.

Não importa se quem fala essas coisas é um professor universitário com doutorado, um professor de escola, um burocrata do Ministério, um juiz, um pai ou mãe, ou outra criança. O conteúdo é o mesmo.  A sensação (note-se que uso a palavra sensação) que eles tem é que algo terrível ocorre à criança fora da escola. Ela está perdendo algo fundamental, algo essencial e o dano será irreparável. Essa criança vai perder toda e qualquer possibilidade de crescimento, de aprendizagem, de socialização.  Acham que a criança vai se perder. Que é, por tanto, uma vítima das circunstâncias em que os pais a estão colocando. Sentem um misto de pena da criança e raiva dos pais que assim estão agindo.

Não conseguem pensar qualquer elemento positivo nessa alternativa. De fato, não a entendem como uma alternativa, mas como um abismo. Tudo que conseguem imaginar é uma criança isolada, sozinha, condenada na presença insuportável do seu pai ou sua mãe, todos os dias no mesmo lugar, sem ninguém pra falar, brincar ou compartilhar.  

E no outro estremo imaginam a escola como um espaço encantado. Uma paisagem de crianças brincando, correndo, vivas. Um lugar onde estão sendo atendidas em suas necessidades, onde um professor ou professora está cuidando do seu aprendizado. Onde é possível perceber que todo dia ha progressos e conquistas.  Onde a diversidade de disciplinas, livros, informações configura um mosaico sempre miraculoso aos olhos da criança. E sobre tudo, onde reina a harmonia, a camaradagem e a amizade entre os amigos da mesma idade. 

Essa dicotomia entre casa e escola é típica do senso comum. A escola é tudo e o lar é nada. A escola é crescimento e a família é atraso. A escola é democracia e a família tirania.  Essa dicotomia também a aplicam a   tudo o entorno. A escola é algo, o mundo é nada. A cidade, suas ruas, suas praças, suas bibliotecas, suas instituições,  são nada. A escola é tudo. A cidade é caos, perigo. A escola é ordem, segurança.  O mundo é perdição, na escola existe o controle.  Família, cidade, mundo, são o indefinido, o acaso, a incerteza, a escola, é o disciplinado, o organizado.

Sempre que escuto esse tipo de argumento, penso suspirando: Como seria fácil o mundo se esse tipo de dicotomias fosse verdadeira!!”.

E então, como num passe de mágica, do medo aparece o senso de punição. A urgência de fazer valer as leis vigentes. Para o senso comum, o imediato seria fazer cumprir a lei. Que os pais sejam punidos. Que o menino seja matriculado. Que a família seja avaliada. Que sejam verificadas as perversões. Que se demonstre a traves de provas e testes o baixo QI das crianças e dos pais.

É assim, em todos os cantos do planeta.   O sendo comum não é um privilégio do terceiro mundo. Famílias que optaram pelo homeschooling na Europa já tiveram que abandonar as presas seus países para não perder a guarda dos seus filhos. Crianças desescolarizadas nos  Estados Unidos sofrem ataques nas redes sociais. São chamados com todo tipo de adjetivos. As razões dos agressores são as mesmas que as dos  chamados “cientistas da educação". 

Em geral, o senso comum encontra seu melhor aliado na imprensa escrita e televisiva. São raras as matérias que não tenham como objetivo ridicularizar e deslegitimar as famílias que optam por essa prática. Quando entrevistados os pais, mal conseguem responder as perguntas,   sem que sejam interrompidos e contestados pelo mesmo jornalista ou por um “especialista em educação”, ou um “psicólogo”, um professor escolar ou um funcionário público. A imprensa confia no “juízo” dos especialistas sobre o tema, mas nunca pergunta que estudos realizou para chegar a tais conclusões.  A final, todas as verdades ditas parecem tão obvias!!

Em geral, o senso comum, sobre qualquer tema, não está disposto a fazer perguntas. Está disposto a emitir juízos absolutos. Verdades incontestáveis. Tudo que não se encaixe nos valores defendidos desde essa perspectiva, em geral, sofrerá uma negação radical e sua condenação se deixa sentir: ora na forma de uma autoridade que não escuta,  ora na interpretação unilinear das leis, ora na expressão de preconceitos.  No caso do homeschooling, como em muitas outras questões, o  senso comum é o canal de muitas violências, desde as mais sutis e simbólicas, até as mais grosseiras e físicas.


O Bom Senso e o Homeschooling

As pessoas que se aproximam deste modelo educacional desde o BOM SENSO, não necessariamente são simpáticas a ele. Não partem a fazer uma defesa da coisa, mas tampouco se limitam a fazer criticas. A pessoa com bom senso primeiro se detêm frente daquilo que percebe que é diferente do que conhece. E, antes que iniciar um juízo, faz perguntas. Pondera. Consulta seu próprio repositório de conhecimentos para tentar entender do que se trata isso que, por ora, não conhece bem.  O bom senso, não se limita ao repertório pessoal, sabe que vai ter que consultar, perguntar, ler alguma coisa. Informar-se antes de desqualificar, informar-se antes de aceitar.

Uma pessoa de bom senso me diz assim: “Olha, eu ando muito preocupada com a educação dos meus filhos, mais nunca tinha pensado que existisse uma alternativa fora a escola. Onde posso ter mais informação?”.

O  que uma pessoa de bom senso faz é admitir que nunca viu nada assim. Nunca conheceu uma pessoa desescolarizada. Não sabia que existia isso de homeschooling ou unschooling. Nem sabe se isso é legal ou ilegal. Pensa imediatamente que é algo muito novo ou pontual e se surpreende quando lhe mostram  a dimensão do fenômeno.

Uma amiga que mora numa pequena cidade do interior do Estado de Colorado nos EUAs, me disse assim: “Eu sou estrangeira aqui, mas nos 10 anos que moro aqui nunca tinha ouvido falar disso. Deixa vou pesquisar.” Passei para ela alguns links sobre grupos de homeschooling nessa cidade e muito rapidamente ela trouxe notícias: “pois estou realmente surpreendida. Desculpa minha ignorância, é que nunca tinha ouvido falar sobre isso. Conheci um grupo de famílias que pratica. O que mais me surpreendeu é que o homeschooling é antigo nos EUAs.  Aqui na cidade são muitos, tem clubes onde se encontram, tem reuniões toda semana, as crianças são super amigas...fiquei impressionada com essas pessoas”.

O bom senso leva a uma procura por informação que permita construir um juízo a posteriori, do que tais práticas implicam. A pessoa vai querer saber coisas: como é, que fazem, como chegaram a essa idéia, desde quando, e quais são as possibilidades, quais as dificuldades, quer saber se é legal, como vão fazer para ir à Universidade, etc. Desde o bom senso a pessoa pode buscar elementos para poder fazer ponderações num segundo momento.



O bom senso não leva necessariamente a adoção da prática do homeschooling.  Leva ao seu respeito ou a uma critica sadia. A pessoa pode considerar que não todas as famílias tem condições para viver a educação dos filhos dessa maneira. Pode ter informações sobre casos que deram certo e casos que não deram certo. Podem pensar que o desafio é muito grande.  Que os custos são demasiado altos. Que a dose de sacrifício por parte dos pais implica um modo de vida que muitas pessoas não estão dispostas a levar.

Quando faz criticas, estas são feitas de maneira cuidadosa.  O bom senso se permite fazer comparações baseadas em informação. Mesmo que informação secundária. Em qualquer caso, o bom senso não parte para a defesa de “ideais” puros. Pois ao comparar o homeschooling com a escola, também faz a critica desta na sua realidade.

Uma senhora amiga fez a seguinte reflexão: “Com tudo eu prefiro a escola, mesmo que a gente sabe que esta funciona muito mal, mesmo a escola privada está muito aquém do que deveria. Mas os riscos para uma família podem ser muito grandes se ela não tiver recursos suficientes para dar conta do recado. E não se trata só de recursos econômicos...falo de recursos intelectuais. Mas eu mesma, se naquela época quando estava educando minhas filhas tivesse conhecido algo assim, tal vez tivesse pensado duas vezes”. 

Uma discussão sobre o tema fundamentada no bom senso termina pelo menos em algo assim:  “É muito difícil pensar uma sociedade sem escolas, mas temos que admitir que como está hoje o sistema escolar não vai pra nenhum lado. Quem sabe, seja necessário ir ensaiando saídas para esse labirinto que inventaram”.


CIÊNCIA, ESCOLARIZAÇÃO E DESESCOLARIZAÇÃO

Se um especialista em escolarização  decide falar contra a educação desescolarizada, deveria, ao menos fazê-lo cientificamente. Assim, não diria que a desescolarização é um erro. Apenas afirmaria que se trata de um paradigma diferente de educação, cujos princípios são fundamentalmente diferentes dos princípios seguidos pelo paradigma escolarizado.

Sendo a escolarização um paradigma que conta com o aval do Estado e da Lei, é evidente que se trata de um paradigma dominante. O que significa que a relação deste com qualquer outro paradigma de educação não gira entorno da sua verdade ou falsidade, mais da sua proximidade com os centros de tomada de decisão, isto é, se trata de uma relação de poder e não de veracidade.

É isto que faz com que nos debates os defensores do paradigma escolarizado de educação funcionem como ideólogos de um regime e não como cientistas.  Se falassem desde o ponto da ciência teriam que limitar-se a comparar os paradigmas e perceber que são, simplesmente diferentes.

Por isso categorias como socialização, competência, avaliação pensadas desde o modelo escolarizado, devem ser completamente redefinidas desde o modelo desescolarizado.  Se tratadas como categorias científicas, deveriam estar sujeitas a esses limites. Se fossem científicas, não poderiam operar como universais. Quando utilizadas como absolutamente verdadeiras, o que seria ciência passa a ser o exercício autoritário do poder. 

Assim, o cientista que se lança a desacreditar um modelo educacional diferente do escolarizado, a partir de categorias que não se aplicam a esse modelo, só está falando mal de si mesmo, está demonstrando que nem mesmo ciência é capaz de fazer. Se quer fazer uma defesa radical do modelo escolarizado o que pode fazer é dizer abertamente que essa é a sua crença, que essa é a sua fé e que está disposto a fazer o impossível para defendé-la e mesmo a atacar, encarcerar, ridicularizar, processar,  aqueles que não acreditam nela. Assim pelo menos agiria coerentemente e honestamente. Diria: este é um combate entre verdades absolutas e estou disposto a negar sempre que puder a verdade que não combine com a minha.  Por isso, escolarização e desescolarização são  modelos de educação fundamentalmente diferentes. Essa é a única verdade.

De fato, a emergência da escola historicamente, não obedeceu a parâmetros científicos.  Sim a parâmetros religiosos, primeiro, e políticos depois. Foram os clérigos da Idade Media (quando ainda não existia a ciência como nos a conhecemos atualmente) os que plantaram a semente e depois os governantes alemães e franceses de inícios do século XIX.  Isto, por si só demonstra que  o modelo escolar não tem uma base científica, mas ideológica.   O que pode ser dito é que com o passar dos séculos XIX e XX, diversas alianças entre política e tecnologia tem dado ao modelo escolar algumas das características atuais: o tipo de arquitetura, o tipo de burocracia, o tipo de currículo, o tipo de disciplina.  Mais nada disso é ciência no sentido estrito.

Cabe perguntar-se o que disse a ciência a respeito do aprender e do ensinar? Da escola?

Cabe. E cabe inquirir onde foi que os sistemas educacionais escolarizados incorporaram efetivamente os conhecimentos vindos da ciência nas práticas educacionais: o que de científico, em sentido estrito, tem os prédios, os planejamentos, as regras,  os processos burocráticos, a formação dos professores, o modelo de aula, os horários, a quantidade de conteúdo, o currículo, o ritmo empregado, o modelo de avaliação escolar e a compulsoriedade e os propósitos do modelo?  Talvez a resposta certa seja: nada disso é ciência. Nem mesmo em sentido relativo.

Ao falar de questões como socialização, por exemplo, um cientista deve revisar as diversas teorias existentes sobre o tema e perguntar-se se uma delas permite uma interpretação do tipo de socialização que vivem as crianças fora da escola. Pode também comparar isto com o tipo de socialização vivido dentro da escola. O que não pode é dizer que socialização só se vive dentro da escola ou que a ideal seria a socialização escolar porque então uma vez mais estaria driblando os limites que o campo científico estabelece.  Muito menos pode sair qualificando negativamente ou negando a socialização vivida fora dos muros da escola.


Um cientista pode igualmente comparar teorias diversas sobre educação e perceber que existem diversas formas históricas. Uma delas é a escolarização. Pode comparar esta com outras modalidades, e ver que desde que existe humanidade houve educação e que na maioria do tempo histórico esta não ocorreu de maneira escolarizada. Pode também, descrever os elementos de cada uma delas, seus princípios e fundamentos. Ora tomar partido....é fazer política.

A ciência pode fazer uma história da  educação domiciliar. Ver como ocorreu ao longo dos séculos e quais foram as características da mesma em cada época.   Pode fazer uma sociologia e então analisar as condições sociais da sua emergência, as reações sociais a sua presença, as relações de poder que suscita, especialmente no que diz respeito de como os cidadãos se colocam a respeito do poder do Estado e viceversa. Desde a pedagogia podem ser feitas análises específicas do que implica  em termos de currículo, de didática, de ritmos e processos. Desde a psicologia da aprendizagem podem ser estudados os  efeitos que estudar em ambiente domiciliar ou em ambientes não formais tem sobre as crianças, adolescentes, jovens e adultos. Podem  e devem ser estudados desde a psicologia questões diversas relativas à constituição da personalidade, a capacidade de relacionamento, resposta a desafios, aceitação da disciplina. Desde o ponto de vista do direito, podem ser comparadas leis de diversos países e podem ser analisadas as formas que o Estado assume em cada caso, se mais autoritária ou mais liberal a respeito, etc.

O que não pode em nenhum caso é dizer que essas questões só podem acontecer dentro da escola e que fora dela tudo dá errado...isso é senso comum.

De fato existe uma leitura desde diversas áreas da ciências sociais sobre a escola e suas práticas. O que os cientistas sociais dizem a respeito disso é que assim fica a olho nu o caráter ideológico e político do modelo educacional escolarizado. Que ele é uma estratégia politicamente instaurada de controle populacional. Mais nada. Um mecanismo de  exercício do poder político,  econômico, social e cultural.  Reunidas compulsoriamente e dispostas num espaço hierarquizado, as crianças, indefesas, são domesticáveis, controláveis, contabilizáveis, dirigíveis. Educacionalmente, epistemologicamente, eticamente, como mecanismo é ineficiente. O que importa deste dado: o sistema sabe onde estão e o que estão fazendo e pensando milhões de crianças todo dia.

Fazer isso não é ciência. Fazer isso é política.  E a política é antes de mais nada ideologia, jogo de poder.

Assim, resulta estranho ouvir ou ler um cientista dizer que a educação fora da escola é, simplesmente um erro. Que socialização só pode acontecer na escola. Que os únicos que tem competência são os professores. Que o espaço ideal para aprender é o escolar. Que sem a escola ficam expostos as perversões da família.  Tudo isso, vimos, é apenas senso comum, não ciência.

De fato, não existe nenhuma teoria científica que afirme que a única socialização possível e verdadeira, que a única educação possível  e verdadeira, é a educação escolar. E se alguém afirmar algo que o pareça estará apenas utilizando o nome da ciência para exercer seu poder.

Se um cientista é questionado a respeito do homeschooling tudo o que ele pode dizer é o que estudou nas suas pesquisas ou nas pesquisas de outrem sobre o tema. Não pode simplesmente dizer o que acha. Se vai dizer o que acha, então deve ter a coragem de denunciar sua ignorância a respeito do tema e explicar que vai falar como um pai desinformado sobre o tema. Se não faz isso, pesa sobre ele o uso de sua investidura de cientista para emitir juízos de autoridade sobre temas que desconhece. O que resulta num exercício de poder da pior espécie e num sério problema de ética científica. O cientista entrevistado o que deve fazer é propor pesquisa sobre um campo sobre o qual a ciência conhece muito pouco. Para isso tem que ser epistemologicamente honesto.


5 comentários:

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    1. Augusto...somos nos que agradecemos!!! Edilberto e Tatiana!!!

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  2. Muito boa crítica. O que existe atualmente, no que se refere à educação é, na verdade, uma "doutrinação", visando promover ao máximo o senso de coletividade, em detrimento da própria individualidade do aprendiz. E é por causa de coisas assim que eu acredito que nós não temos um governo sobre nós, mas sim um "controle", exercido por uma restrita elite que, mais do que nunca, quer a todo custo consolidar o seu poder e fazer valer os seus interesses egoístas. Veja o que é a "Sociedade de Controle" no seguinte link: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/sociedade%20disciplinar/Sociedade%20de%20controle.htm

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    1. Obrigado pela indicação da leitura sobre a sociedade de controle. É isso mesmo...cada vez mais dentro do Big Brother!!!.

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  3. Excelente texto! Escrevem muito!!!
    Vou guardar para usar no futuro ;-)

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